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ELEIÇÕES 2026 -DEBATE

Debate Lula x Flávio na Globo: propostas, ataques e informações falsas marcam último confronto antes do segundo turno

Presidenciáveis discutiram economia, segurança pública, Bolsa Família, saúde, infraestrutura e corrupção. Checagens identificaram declarações falsas, exageros e dados sem contexto apresentados pelos dois candidatos.

João Branko | Redação HOJE BAHIA
Publicada em 24 de outubro de 2026 às 00:33 • Salvador - BA
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Lula e Flávio Bolsonaro protagonizaram o último debate presidencial antes do segundo turno das eleições de 2026. O confronto abordou economia, segurança pública, programas sociais e corrupção, com troca de acusações e declarações questionadas por agências de checagem.
Lula e Flávio Bolsonaro protagonizaram o último debate presidencial antes do segundo turno das eleições de 2026. O confronto abordou economia, segurança pública, programas sociais e corrupção, com troca de acusações e declarações questionadas por agências de checagem. — Montagem ilustrativa gerada por IA / Hoje Bahia.

O último debate presidencial antes do segundo turno das eleições de 2026 começou com propostas sobre o futuro do Brasil, passou por discussões sobre o custo de vida, a segurança pública e os programas sociais e terminou com uma intensa troca de acusações. Na noite desta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentaram na TV Globo, sob mediação do jornalista César Tralli.

O confronto ocorreu a apenas dois dias da votação, marcada para domingo (25), em um cenário de forte polarização e disputa acirrada. Na pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (22), os candidatos apareciam empatados, com 50% dos votos válidos cada.

Organizado em quatro blocos, além das considerações finais, o debate apresentou uma mudança importante em relação ao primeiro confronto do segundo turno, promovido pela Band em 18 de outubro. As regras da Globo restringiram a movimentação dos candidatos, contribuindo para discussões mais concentradas nos temas propostos durante boa parte do programa.

Ainda assim, os ataques pessoais e as acusações de corrupção voltaram a ocupar o centro da disputa na reta final.

Economia: salário mínimo, endividamento e custo de vida

A situação econômica dos brasileiros foi um dos principais assuntos da noite.

Lula defendeu a política de valorização do salário mínimo, destacando os reajustes acima da inflação adotados nos governos petistas. O presidente afirmou que, sem essa política, o piso nacional seria significativamente inferior ao valor atual de R$ 1.621.

Flávio Bolsonaro prometeu manter aumentos reais do salário mínimo e das aposentadorias, mas criticou a condução da economia e relacionou o endividamento das famílias aos juros elevados e ao custo dos alimentos.

O senador citou a existência de mais de 80 milhões de brasileiros inadimplentes, informação confirmada pelos dados da Serasa: em agosto de 2026, o país registrava aproximadamente 83,9 milhões de pessoas com contas atrasadas.

Os dois candidatos apresentaram propostas para renegociar dívidas.

Lula destacou o programa Desenrola e anunciou a intenção de ampliar as iniciativas para retirar consumidores dos cadastros de inadimplentes, inclusive mediante a compra de carteiras de dívidas com desconto.

Flávio propôs transformar a Caixa Econômica Federal em um instrumento de refinanciamento, denominado Banco da Prosperidade. A medida incluiria períodos de carência para pessoas físicas e empresas.

Apesar das promessas, o debate não esclareceu integralmente como cada proposta seria financiada ou quais seriam seus efeitos sobre as contas públicas.

Obras paralisadas: números diferentes e informações sem contexto

A infraestrutura abriu o debate e provocou divergências sobre a quantidade de obras públicas interrompidas no país.

Flávio Bolsonaro afirmou que o atual governo acumulava mais de 11,5 mil obras paralisadas, atribuindo o número ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Lula contestou a declaração e disse ter recebido cerca de 6 mil obras paradas do governo anterior, defendendo os investimentos do Novo PAC.

A Agência Lupa verificou as duas afirmações.

Segundo a checagem, um levantamento do TCU registrou 11.944 empreendimentos paralisados em 2024. Entretanto, o dado se refere a obras financiadas com recursos federais de diferentes períodos, não exclusivamente a projetos iniciados no governo Lula.

Já o painel mais recente utilizado pela agência indicava 4.215 obras paralisadas em abril de 2026.

A informação apresentada por Lula também foi considerada subestimada: o TCU contabilizava cerca de 8,6 mil obras paralisadas em agosto de 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro.

O confronto demonstrou como números oficiais podem produzir interpretações equivocadas quando são apresentados sem a identificação do período ou da metodologia utilizada.

Nordeste: transposição do São Francisco e disputa por investimentos

O Nordeste teve espaço destacado nas discussões.

Lula ressaltou a expansão de universidades e institutos federais, a instalação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) no Ceará e os investimentos em infraestrutura regional.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, atribuiu ao governo de Jair Bolsonaro a conclusão da transposição do Rio São Francisco.

A declaração foi classificada como exagerada pela Agência Lupa.

O projeto foi formalizado durante o governo Lula, com obras iniciadas em 2007. Governos posteriores realizaram e entregaram diferentes etapas. Jair Bolsonaro inaugurou trechos importantes, incluindo partes do Eixo Norte, mas a transposição não foi integralmente concluída durante seu mandato.

Trata-se, portanto, de uma obra executada ao longo de diferentes governos, cuja continuidade e conclusão não podem ser atribuídas exclusivamente a um único presidente.

Flávio também prometeu ampliar a malha ferroviária, incluindo uma ligação entre Salvador e São Luís, e expandir a conectividade regional.

Bolsa Família: Flávio promete manter benefício e Lula cobra críticas antigas

Os programas de transferência de renda provocaram um dos embates mais significativos.

Flávio Bolsonaro garantiu que manterá o Bolsa Família caso seja eleito, prometendo preservar e reajustar o benefício.

O senador também defendeu mecanismos para que beneficiários que consigam emprego formal ou abram pequenos negócios continuem recebendo temporariamente o auxílio.

Lula questionou a mudança de posicionamento do adversário, lembrando publicações antigas nas quais Flávio utilizou a expressão "bolsa farelo" para criticar o programa.

A Agência Lupa confirmou que o senador empregou a expressão em publicações nas redes sociais.

Outra divergência envolveu o valor de R$ 600.

Flávio atribuiu ao governo Jair Bolsonaro a implantação do benefício nesse patamar. Embora o Auxílio Brasil tenha chegado a R$ 600 em 2022, o aumento estava previsto apenas até o fim daquele ano.

A proposta orçamentária enviada pelo governo Bolsonaro para 2023 previa o retorno do benefício a R$ 400.

Lula, por sua vez, destacou o combate à fome. A afirmação de que aproximadamente 33 milhões de pessoas enfrentavam fome quando ele retornou à Presidência foi considerada verdadeira pela Lupa, com base em levantamento divulgado pela Rede Penssan em 2022.

Entretanto, o presidente exagerou ao afirmar que havia acabado com a fome no país em 2012. O Brasil saiu do Mapa da Fome da FAO em 2014, o que não significava a erradicação completa do problema.

Segurança pública: caso Ana Clara gera momento de forte tensão

Um dos momentos mais delicados ocorreu na discussão sobre criminalidade.

Flávio Bolsonaro prometeu ampliar o combate às organizações criminosas e recuperar territórios controlados por facções. Também defendeu endurecimento de penas, redução da maioridade penal e classificação de grandes facções e milícias como organizações narcoterroristas.

Lula defendeu o fortalecimento das forças federais de segurança, a aprovação da PEC da Segurança Pública e a atuação integrada da União, estados e municípios.

O debate mudou de tom quando o presidente questionou Flávio sobre sua atuação como advogado na defesa de um policial militar acusado de envolvimento na morte de Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos.

A criança morreu em 2021, em Niterói, no Rio de Janeiro, após ser atingida por um disparo de fuzil durante uma ação policial.

A mãe da menina, Cristiane Gomes da Silva, estava presente no estúdio.

Flávio reconheceu sua atuação na defesa e afirmou acreditar que o policial acusado não foi o responsável pelo disparo.

O agente ainda não havia sido condenado pelo caso, sendo necessário preservar a distinção entre acusação formal e responsabilidade criminal comprovada pela Justiça.

O episódio ganhou repercussão por confrontar diretamente o discurso de endurecimento da segurança pública com a necessidade de responsabilização por abusos policiais.

Licença-maternidade e ataque à deficiência física de Lula

No segundo bloco, Lula voltou a questionar Flávio Bolsonaro sobre seu voto contrário, em 2009, à ampliação da licença-maternidade de servidoras estaduais do Rio de Janeiro, de 120 para 180 dias.

Desta vez, Flávio admitiu o erro.

O senador explicou que, naquele momento, acreditava que a ampliação do afastamento poderia prejudicar a contratação de mulheres. Afirmou ter mudado de opinião após se casar e se tornar pai de duas filhas.

Outro momento de tensão envolveu a expressão "nove dedos", utilizada por Flávio em referência à deficiência física de Lula, que perdeu um dedo em acidente de trabalho na juventude.

O presidente exigiu respeito e relatou as circunstâncias do acidente. Posteriormente, Flávio pediu desculpas caso tivesse ofendido o adversário.

O episódio evidenciou como ataques pessoais podem desviar a discussão das políticas públicas para conflitos individuais.

Saúde, educação e direitos sociais

No debate sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), Lula cobrou do adversário garantias de manutenção do caráter público e universal do atendimento.

O presidente também retomou críticas à condução da pandemia de Covid-19 durante o governo Jair Bolsonaro, mencionando a defesa de tratamentos sem eficácia comprovada e declarações que minimizaram a gravidade da doença.

Flávio negou qualquer intenção de privatizar o SUS e prometeu ampliar investimentos, atualizar valores pagos pelos procedimentos, renegociar dívidas das santas casas e fortalecer a rede de atendimento.

Na educação, Lula defendeu a ampliação do ensino em tempo integral e a universalização do programa Pé-de-Meia para estudantes do ensino médio, além de sua extensão ao ensino superior.

Flávio prometeu manter iniciativas de apoio aos estudantes, ampliar a formação técnica e incluir mais conteúdos relacionados à tecnologia e à inteligência artificial.

Os candidatos também demonstraram apoio à gratuidade do transporte público em determinadas condições, embora não tenham apresentado modelos completos de custeio.

Bets e Tigrinho: o que realmente aconteceu?

A discussão sobre as apostas online foi uma das mais relevantes do ponto de vista da desinformação.

Lula defendeu a proibição das bets, relacionando a atividade ao endividamento das famílias e a problemas sociais.

Flávio criticou a medida, argumentando que o setor gera recursos e mantém contratos de patrocínio importantes para os clubes de futebol.

Na troca de acusações, Flávio atribuiu a Lula a responsabilidade exclusiva pelo Tigrinho, enquanto o presidente associou a expansão da modalidade ao governo Jair Bolsonaro.

A história da legislação é mais complexa.

Em 2018, durante o governo Michel Temer, a Lei nº 13.756 autorizou as apostas esportivas de quota fixa.

O governo Bolsonaro não regulamentou o mercado no prazo previsto, período em que plataformas de apostas online se expandiram no Brasil.

Em 2023, durante o governo Lula, a Lei nº 14.790 passou a permitir a exploração regulamentada de jogos online, incluindo modalidades de cassino virtual. A inclusão dessas modalidades ocorreu durante a tramitação do projeto no Congresso Nacional.

Flávio Bolsonaro votou contra a inclusão dos cassinos online, alteração que acabou sendo restabelecida pela Câmara dos Deputados.

Em setembro de 2026, Lula editou uma medida provisória proibindo a exploração de apostas de quota fixa no país, ainda sujeita à análise do Congresso.

Portanto, atribuir a criação e a expansão de todo o setor exclusivamente a um dos dois candidatos ignora decisões tomadas em governos e etapas legislativas diferentes.

Corrupção: Banco Master, patrimônio e acusações sem comprovação

O quarto bloco, de tema livre, ficou marcado pela retomada das acusações de corrupção.

Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre sua relação com Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e sobre recursos relacionados à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro.

Flávio negou irregularidades e afirmou que o investimento não envolveu recursos públicos nem contrapartida vinculada ao exercício do mandato parlamentar.

O senador também apresentou acusações envolvendo supostos pagamentos relacionados ao documentário sobre Lula e possíveis tentativas de direcionamento de investimentos de fundos de pensão.

Uma alegação sobre pagamento de R$ 30 milhões ao Instituto Lula foi classificada como insustentável pela Agência Lupa. Segundo a checagem, não foram apresentados comprovantes que demonstrassem a transferência, e autoridades federais negaram a existência do suposto depoimento formal atribuído a Daniel Vorcaro.

Os candidatos também discutiram controvérsias patrimoniais, uma disputa por propriedade envolvendo um amigo de Flávio Bolsonaro e o jogador Richarlison, além de suspeitas relacionadas a presentes e negócios de pessoas próximas aos dois grupos políticos.

Em diferentes momentos, ambos negaram irregularidades.

É importante destacar que acusações feitas durante um debate eleitoral não constituem, por si só, provas de crimes. A existência de investigação, a apresentação de denúncia e a condenação judicial representam etapas distintas e não devem ser confundidas.

Checagem: quais declarações eram falsas ou enganosas?

A Agência Lupa verificou diversas afirmações feitas no confronto.

Afirmações de Flávio Bolsonaro:

Falso — Lula defendeu roubar celular para tomar cerveja. A frase resulta da manipulação de trechos de uma entrevista de 2017. Lula não defendeu o roubo de celulares nem a impunidade dos responsáveis.

Falso — Lula é o responsável exclusivo pelo Tigrinho. A evolução da legislação envolveu decisões dos governos Temer, Bolsonaro e Lula, além da atuação do Congresso Nacional.

Falso — a redução das barras de chocolate para 80 gramas é um fenômeno recente do governo Lula. A redução das embalagens ocorre há décadas e já existia antes do atual mandato.

Exagerado — Bolsonaro concluiu a transposição do São Francisco. O ex-presidente entregou etapas, mas não concluiu integralmente o projeto.

Exagerado — Lula gastou mais de R$ 400 bilhões para se reeleger. O montante citado reúne medidas com impacto orçamentário, inclusive renúncias fiscais, e não demonstra que todo o valor tenha sido desembolsado ou utilizado com finalidade eleitoral.

Verdadeiro — mais de 80 milhões de brasileiros estão inadimplentes. A Serasa registrou aproximadamente 83,9 milhões de pessoas com dívidas em atraso em agosto de 2026.

Afirmações de Lula:

Falso — a economia brasileira não crescia mais de 3% desde 2010. O PIB registrou crescimento superior a esse patamar em anos posteriores, inclusive em 2011 e 2021, segundo o IBGE.

Falso — o Tigrinho foi criado pelo governo Bolsonaro em 2022. A legislação sobre apostas começou em 2018, e a regulamentação dos jogos online ocorreu posteriormente.

Exagerado — Lula acabou com a fome em 2012. O Brasil saiu do Mapa da Fome em 2014, mas o problema não havia sido completamente eliminado.

Verdadeiro — Flávio utilizou a expressão "bolsa farelo". Existem registros recuperados de publicações antigas do senador com a expressão.

Verdadeiro — o Brasil abriu 700 novos mercados agropecuários desde 2023. O número foi confirmado a partir de informações do Ministério da Agricultura.

Verdadeiro — cerca de 33 milhões de brasileiros enfrentavam fome antes do início do atual mandato. O levantamento da Rede Penssan identificou 33,1 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave em 2022.

As verificações mostram que houve erros factuais dos dois lados, mas as afirmações analisadas têm gravidades, contextos e efeitos diferentes. Não é possível estabelecer equivalência entre todas as declarações apenas porque receberam classificações semelhantes.

Quem venceu o debate?

A avaliação do desempenho depende dos critérios utilizados.

Lula conseguiu explorar contradições do adversário, especialmente em relação ao Bolsa Família, à licença-maternidade e à segurança pública. Também demonstrou familiaridade com os programas de governo e apresentou resultados associados à sua trajetória política.

Entretanto, repetiu informações incorretas sobre o crescimento econômico e recorreu a ataques pessoais e comparações que nem sempre foram acompanhadas de explicações suficientes.

Flávio Bolsonaro apresentou propostas em diferentes áreas e conseguiu levar ao debate temas de preocupação cotidiana, como juros, dívidas e preços dos alimentos. Também obteve espaço para questionar as contas públicas e o desempenho do governo.

Por outro lado, apresentou informações falsas e exageradas, enfrentou cobranças sobre posicionamentos anteriores e teve de se desculpar pelo ataque à deficiência física do presidente.

Em análise publicada após o confronto, a Folha de S.Paulo avaliou que Lula venceu o debate por pontos, mas sem alcançar uma vitória decisiva.

Essa avaliação não representa resultado eleitoral nem comprova que o confronto tenha alterado a intenção de voto dos brasileiros.

O que fica do último debate presidencial?

O confronto mostrou duas estratégias políticas distintas.

Lula procurou apresentar a continuidade de seu governo como caminho para preservar programas sociais, ampliar investimentos públicos e manter políticas de valorização salarial.

Flávio Bolsonaro tentou representar uma alternativa de gestão, associando sua candidatura à redução da burocracia, ao enfrentamento da criminalidade, à renegociação de dívidas e à mudança de orientação econômica.

Entretanto, o debate deixou questões importantes em aberto.

Como financiar novos benefícios sem comprometer as contas públicas? De onde sairão os recursos para obras de infraestrutura? Como reduzir o endividamento das famílias? Quais mudanças na segurança pública produzirão resultados concretos? E como garantir que promessas de campanha sejam efetivamente cumpridas?

A resposta a essas perguntas exige mais do que discursos e ataques.

A eleição de domingo, 25 de outubro, será definida pelo voto dos brasileiros, mas o último debate deixa uma lição relevante: a qualidade da democracia depende também da capacidade de distinguir fatos, opiniões, promessas e acusações.

Em uma disputa marcada pela polarização, a verificação das informações apresentadas pelos candidatos torna-se parte essencial do direito do eleitor de decidir com conhecimento.

O Hoje Bahia seguirá acompanhando as eleições com compromisso com os fatos, independência editorial e respeito ao direito da população à informação.


Fontes da apuração: TV Globo; Agência Lupa — checagem do debate; UOL — cobertura e propostas; UOL — histórico da legislação das apostas; CNN Brasil; Folha de S.Paulo; dados do IBGE, Banco Central, TCU e Serasa.

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