O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cássio Nunes Marques, disse que não é o TSE que altera os locais de votação, que isso compete aos tribunais regionais eleitorais e ocorre por questões de logística, seja por chuvas ou problemas estruturais nas escolas, por exemplo. É que desde o início do segundo turno houve alteração em vários locais. Primeiro eram mais de 4 mil sessões, depois esse número caiu para 400. Cássio Nunes Marques reforçou:

“O TSE não tem nenhuma participação na alteração de endereço de local de votação. Ele não solicita, ele não autoriza, não há nenhum tipo de chancelamento. Isso é uma demanda que é detectada pelo cartório eleitoral e é resolvida pelos tribunais regionais eleitorais.”
Então, só para organizar a informação, até agora houve mudança em 96 locais de votação. Locais, porque a gente lembra que neles é onde funcionam várias sessões e zonas eleitorais. A maior parte foi em Minas, com mudanças em 17 locais de votação, mas houve alteração também em outros três estados. E onde não mudou nada, pelo menos até agora: Distrito Federal, Acre, Goiás, Roraima, Santa Catarina, Alagoas e Tocantins. Pelo menos até agora, porque isso ainda pode mudar, como destacou o próprio ministro Cássio Nunes Marques.
"Esses números podem sofrer modificação? Podem. Nós podemos ter uma chuva forte amanhã e, em uma unidade da federação, o TRE entender que deve promover a mudança de local em razão da falta de estrutura num determinado local de votação."





