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Governo acompanha investimentos para descarbonização na maior refinaria de alumina do mundo fora da China

No Pará, ministro conheceu as instalações da Alunorte e reafirmou compromisso com a descarbonização e a indústria verde

Por Jorge Matos em 01/03/2024 às 12:37:27
Foto: Divulgação

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, visitou nesta quarta-feira (28/2) em Barcarena, no Pará, as instalações da Alunorte. A empresa é a maior refinaria de alumina do mundo fora da China. Alexandre Silveira reforçou durante a visita o trabalho que vem sendo realizado para descarbonizar as indústrias no Brasil.

"A empresa assumiu compromisso de descarbonizar suas atividades, e esse compromisso está alinhado com as nossas ações para a Transição Energética justa e inclusiva, que é levar energia mais limpa e sustentável para toda essa região, gerando emprego e renda para a população", destacou o ministro.

A empresa está implantando uma série de ações para remover totalmente o uso do BPF (óleo pesado) de sua operação ainda em 2024, substituindo-o pelo gás natural. A alumina é a matéria-prima do alumínio e é produzida a partir da bauxita, através do processo denominado Bayer. Com a substituição do óleo combustível pesado por gás natural, as emissões anuais de CO2 da refinaria serão reduzidas em 700.000 toneladas.

"A energia mais segura e confiável ampliará parcerias, iniciativas e novos negócios, gerando, ainda, oportunidades e empregos na região. Estamos combatendo desigualdades e cuidando das pessoas: objetivo maior do governo do presidente Lula. Este é o verdadeiro desenvolvimento com sustentabilidade, protegendo nossos rios, protegendo a nossa Amazônia", ressaltou Alexandre Silveira.

A Alunorte foi a primeira a utilizar a tecnologia para a filtragem de resíduos em larga escala no Brasil. Os filtros geram um resíduo seco com 78% de sólidos, e diminuem ainda mais a concentração cáustica no resíduo seco. Este resíduo seco é transportado, onde é empilhado e compactado. A combinação desses processos reduz significativamente a pegada ambiental da Alunorte, pois o resíduo de bauxita gerado por tonelada de alumina ocupa agora 1/4 da área com a tecnologia anterior.





Fonte: Ministério de Minas e Energia (MME)

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